How is the state produced? In what ways did enslaved African Americans shape modern governing practices? Ryan A. Quintana provocatively answers these questions by focusing on the everyday production of South Carolina's state space—its roads and canals, borders and boundaries, public buildings and military fortifications. Beginning in the early eighteenth century and moving through the post–War of 1812 internal improvements boom, Quintana highlights the surprising ways enslaved men and women sat at the center of South Carolina's earliest political development, materially producing the state's infrastructure and early governing practices, while also challenging and reshaping both through their day-to-day movements, from the mundane to the rebellious. Focusing on slaves' lives and labors, Quintana illuminates how black South Carolinians not only created the early state but also established their own extralegal economic sites, social and cultural havens, and independent communities along South Carolina's roads, rivers, and canals.
Combining social history, the study of American politics, and critical geography, Quintana reframes our ideas of early American political development, illuminates the material production of space, and reveals the central role of slaves' daily movements (for their owners and themselves) to the development of the modern state.
| Sobre o Livro |
Making a Slave State oferece uma análise aprofundada sobre como afro-americanos escravizados desempenharam papel central na formação das práticas governamentais e da infraestrutura do estado da Carolina do Sul, desde o início do século XVIII até o período pós-Guerra de 1812. O livro evidencia a participação ativa dessas pessoas na construção de estradas, canais, edifícios públicos e fortificações militares, mostrando como suas ações cotidianas influenciaram o desenvolvimento político do estado. A obra combina história social, política americana e geografia crítica, proporcionando uma nova perspectiva sobre o desenvolvimento político dos Estados Unidos. Ao focar no trabalho e nos movimentos diários dos escravizados, Quintana revela como eles não apenas criaram espaços materiais fundamentais para o estado, mas também estabeleceram comunidades e economias paralelas ao longo das rotas e vias do território. O livro é indicado para quem busca compreender a complexidade das relações de poder e a influência dos afro-americanos escravizados na formação do estado moderno, sendo uma fonte valiosa para estudos de história, política e geografia social.
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