In Lifelines Harris Solomon takes readers into the trauma ward of one of Mumbai's busiest public hospitals, narrating the stories of the patients, providers, and families who experience and care for traumatic injuries due to widespread traffic accidents. He traces trauma's moves after the accident: from scenes of road and railway injuries to ambulance interiors; through emergency triage, surgery, and intensive care; and from the morgue for patients who do not survive into the homes of those who do. These pathways reveal how trauma shifts inequalities, infrastructures, and institutions through the lives and labors of clinical spaces. Solomon contends that medicine itself must be understood in terms of lifelines: patterns of embodied movement that determine survival. In reflecting on the centrality of traffic to life, Lifelines explores a fundamental question: How does medicine move us?
| Sobre o Livro |
No pronto-socorro de trauma de Mumbai, o autor narra histórias de pacientes, equipes e familiares que lidam com ferimentos causados por acidentes de trânsito. Essas narrativas situam o leitor em cenas de estrada e ferrovias, mostrando decisões imediatas e recursos clínicos disponíveis. O percurso do trauma é acompanhado desde o interior de ambulâncias até triagem de emergência, salas de cirurgia, unidades de terapia intensiva e o necrotério. A obra oferece uma análise das formas como desigualdades, infraestrutura e instituições são remodeladas pelos fluxos de cuidado. Solomon introduz a noção de lifelines como padrões de movimento encarnado que determinam quem sobrevive e como a medicina responde a essas trajetórias. Ao refletir sobre o lugar central do trânsito na vida urbana, o livro questiona como a medicina nos move.
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