In the years immediately following the Civil War--the formative years for an emerging society of freed African Americans in Mississippi--there was much debate over the general purpose of black schools and who would control them. From Cotton Field to Schoolhouse is the first comprehensive examination of Mississippi's politics and policies of postwar racial education.
The primary debate centered on whether schools for African Americans (mostly freedpeople) should seek to develop blacks as citizens, train them to be free but subordinate laborers, or produce some other outcome. African Americans envisioned schools established by and for themselves as a primary means of achieving independence, equality, political empowerment, and some degree of social and economic mobility--in essence, full citizenship. Most northerners assisting freedpeople regarded such expectations as unrealistic and expected African Americans to labor under contract for those who had previously enslaved them and their families. Meanwhile, many white Mississippians objected to any educational opportunities for the former slaves. Christopher Span finds that newly freed slaves made heroic efforts to participate in their own education, but too often the schooling was used to control and redirect the aspirations of the newly freed.
| Sobre o Livro |
From Cotton Field to Schoolhouse oferece uma análise abrangente da política e das práticas educacionais para afro-americanos no Mississippi pós-Guerra Civil, destacando a importância das escolas como instrumentos de emancipação e cidadania. O livro apresenta uma pesquisa detalhada sobre os debates em torno do propósito da educação para os ex-escravizados e as disputas sobre o controle dessas instituições. A obra evidencia o protagonismo dos afro-americanos na busca por autonomia e igualdade por meio da educação, mostrando os desafios enfrentados diante da oposição de setores brancos e das expectativas limitadas de muitos nortistas. O livro contribui para a compreensão das estratégias de resistência e das aspirações de um povo recém-liberto, oferecendo uma perspectiva histórica valiosa para estudiosos e interessados em educação, história social e relações raciais. A leitura é fundamental para quem deseja entender as raízes das políticas educacionais raciais nos Estados Unidos e a luta dos afro-americanos por direitos civis e sociais. A pesquisa minuciosa e a abordagem crítica tornam a obra uma referência indispensável em estudos sobre educação, história afro-americana e reconstrução pós-guerra civil.
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