Bordering intimacy explores how borders are used to police who can be ‘family’ and how ‘family’ is used to legitimate, justify and naturalise state borders. Family and borders were central to the architecture of European colonialism and imperialism, and they continue to organise the racialisation and dispossession of people today.
| Sobre o Livro |
Explora como fronteiras são usadas para controlar quem pode ser considerado família e como a ideia de família legitima e naturaliza fronteiras estatais, com recorte na arquitetura do colonialismo e do imperialismo europeus. Traça conexões entre práticas históricas e dinâmicas contemporâneas de racialização e expropriação, empregando estudos de caso e abordagem comparativa para evidenciar processos concretos. Oferece elementos relevantes para debates sobre migração, cidadania e políticas de fronteira, mostrando efeitos materiais sobre direitos, residência e dispossession.
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