In the nineteenth century, architects and family reformers launched promotional campaigns portraying houses no longer as simply physical structures in which families lived but as emblems for family cohesiveness and identity. Clark explains why, despite the fear of standardization and homogenization, the middle class has persisted in viewing the single-family home as the main symbol of independence as as the distinguishing sign of having achieved middle-class status.
| Sobre o Livro |
O livro oferece uma análise detalhada de como o lar familiar americano evoluiu entre 1800 e 1960, destacando o papel das campanhas de arquitetos e reformadores na transformação das casas em símbolos de identidade e coesão familiar. Essa perspectiva histórica permite compreender a relação entre arquitetura, sociedade e valores familiares ao longo do tempo. A obra explora por que, mesmo diante do receio de padronização, o lar unifamiliar permaneceu como símbolo de independência e conquista do status de classe média nos Estados Unidos. Esta análise é fundamental para quem deseja entender as dinâmicas sociais, culturais e econômicas que moldaram a ideia de lar na sociedade americana. Ideal para estudiosos e leitores interessados em história social, arquitetura, estudos culturais e sociologia, o livro proporciona uma base sólida para discussões acadêmicas e pesquisas sobre a formação da identidade familiar e a influência do espaço físico no desenvolvimento social.
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