The 1954 Brown v. Board of Education decision required desegregation of America's schools, but it also set in motion an agonizing multidecade debate over race, class, and IQ. In this innovative book, Michael E. Staub investigates neuropsychological studies published between Brown and the controversial 1994 book The Bell Curve. In doing so, he illuminates how we came to view race and intelligence today.
In tracing how research and experiments around such concepts as learned helplessness, deferred gratification, hyperactivity, and emotional intelligence migrated into popular culture and government policy, Staub reveals long-standing and widespread dissatisfaction—not least among middle-class whites—with the metric of IQ. He also documents the devastating consequences—above all for disadvantaged children of color—as efforts to undo discrimination and create enriched learning environments were recurrently repudiated and defunded. By connecting psychology, race, and public policy in a single narrative, Staub charts the paradoxes that have emerged and that continue to structure investigations of racism even into the era of contemporary neuroscientific research.
| Sobre o Livro |
O livro 'The Mismeasure of Minds' oferece uma análise detalhada das consequências do debate sobre raça, classe e inteligência nos Estados Unidos após a decisão Brown v. Board of Education. Ele examina pesquisas neuropsicológicas publicadas entre 1954 e 1994, proporcionando uma compreensão aprofundada sobre como essas discussões moldaram a percepção contemporânea sobre raça e inteligência. A obra destaca como conceitos como desamparo aprendido, gratificação adiada, hiperatividade e inteligência emocional foram integrados à cultura popular e às políticas públicas, revelando a insatisfação com o uso do QI como métrica. O livro também documenta os impactos negativos dessas políticas, especialmente para crianças de cor em situação de vulnerabilidade. Ao conectar psicologia, questões raciais e políticas públicas em uma única narrativa, o livro oferece uma perspectiva valiosa para quem deseja compreender as raízes e os paradoxos das investigações sobre racismo, inclusive no contexto das pesquisas neurocientíficas atuais.
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