In 1972, the Bureau of Indian Affairs terminated its twenty-year-old Voluntary Relocation Program, which encouraged the mass migration of roughly 100,000 Native American people from rural to urban areas. At the time the program ended, many groups — from government leaders to Red Power activists — had already classified it as a failure, and scholars have subsequently positioned the program as evidence of America’s enduring settler-colonial project. But Douglas K. Miller here argues that a richer story should be told — one that recognizes Indigenous mobility in terms of its benefits and not merely its costs. In their collective refusal to accept marginality and destitution on reservations, Native Americans used the urban relocation program to take greater control of their socioeconomic circumstances. Indigenous migrants also used the financial, educational, and cultural resources they found in cities to feed new expressions of Indigenous sovereignty both off and on the reservation.
The dynamic histories of everyday people at the heart of this book shed new light on the adaptability of mobile Native American communities. In the end, this is a story of shared experience across tribal lines, through which Indigenous people incorporated urban life into their ideas for Indigenous futures.
| Sobre o Livro |
O livro 'Indians on the Move' oferece uma análise aprofundada do Programa de Realocação Voluntária promovido pelo Bureau of Indian Affairs, destacando como cerca de 100.000 indígenas americanos migraram de áreas rurais para centros urbanos. O autor apresenta uma nova perspectiva sobre esse movimento, indo além da visão tradicional de fracasso e evidenciando os benefícios e estratégias de adaptação dos povos indígenas ao ambiente urbano. A obra explora como os indígenas utilizaram os recursos financeiros, educacionais e culturais disponíveis nas cidades para fortalecer sua autonomia e promover novas formas de soberania, tanto fora quanto dentro das reservas. Ao contar histórias dinâmicas de pessoas comuns, o livro ilumina a resiliência e a capacidade de adaptação das comunidades indígenas em contextos urbanos. O título também destaca experiências compartilhadas entre diferentes tribos, mostrando como a vida urbana foi incorporada às visões de futuro indígena. Essa abordagem contribui para uma compreensão mais ampla das estratégias de sobrevivência e resistência dos povos indígenas em meio às políticas governamentais de assimilação.
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