What was it like to grow up black and female in the segregated South? To answer this question, LaKisha Simmons blends social history and cultural studies, recreating children's streets and neighborhoods within Jim Crow New Orleans and offering a rare look into black girls' personal lives. Simmons argues that these children faced the difficult task of adhering to middle-class expectations of purity and respectability even as they encountered the daily realities of Jim Crow violence, which included interracial sexual aggression, street harassment, and presumptions of black girls' impurity.
Simmons makes use of oral histories, the black and white press, social workers' reports, police reports, girls' fiction writing, and photography to tell the stories of individual girls: some from poor, working-class families; some from middle-class, "respectable" families; and some caught in the Jim Crow judicial system. These voices come together to create a group biography of ordinary girls living in an extraordinary time, girls who did not intend to make history but whose stories transform our understanding of both segregation and childhood.
| Sobre o Livro |
Crescent City Girls proporciona um mergulho profundo na experiência de meninas negras crescendo no Sul segregado dos Estados Unidos, especificamente em Nova Orleans sob o regime de Jim Crow. O livro utiliza uma abordagem interdisciplinar, combinando história social e estudos culturais, para reconstruir o cotidiano dessas jovens em um contexto de opressão racial e de gênero. A obra se destaca pelo uso de múltiplas fontes primárias, como histórias orais, reportagens da imprensa negra e branca, relatórios de assistentes sociais, registros policiais, textos literários produzidos pelas próprias meninas e fotografias. Esse amplo leque de documentos permite ao leitor acessar relatos autênticos e pessoais, oferecendo uma perspectiva rara e detalhada sobre a vida dessas jovens. Ao reunir essas vozes diversas, o livro constrói uma biografia coletiva de meninas comuns que viveram em tempos extraordinários. A leitura contribui para ampliar a compreensão sobre a infância negra e feminina durante a segregação, além de desafiar visões tradicionais sobre o período e sobre o papel dessas meninas na história.
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