James J. Kilpatrick was a nationally known television personality, journalist, and columnist whose conservative voice rang out loudly and widely through the twentieth century. As editor of the Richmond News Leader, writer for the National Review, debater in the "Point/Counterpoint" portion of CBS's 60 Minutes, and supporter of conservative political candidates like Barry Goldwater, Kilpatrick had many platforms for his race-based brand of southern conservatism. In James J. Kilpatrick: Salesman for Segregation, William P. Hustwit delivers a comprehensive study of Kilpatrick's importance to the civil rights era and explores how his protracted resistance to both desegregation and egalitarianism culminated in an enduring form of conservatism that revealed a nation's unease with racial change.
Relying on archival sources, including Kilpatrick's personal papers, Hustwit provides an invaluable look at what Gunnar Myrdal called the race problem in the "white mind" at the intersection of the postwar conservative and civil rights movements. Growing out of a painful family history and strongly conservative political cultures, Kilpatrick's personal values and self-interested opportunism contributed to America's ongoing struggles with race and reform.
| Sobre o Livro |
O livro apresenta um estudo abrangente sobre James J. Kilpatrick, figura central do jornalismo e do conservadorismo americano no século XX, destacando sua influência durante a era dos direitos civis. Com base em fontes arquivísticas e documentos pessoais, oferece uma análise detalhada de como Kilpatrick resistiu à dessegregação e ao igualitarismo, moldando um conservadorismo duradouro nos Estados Unidos. A obra proporciona uma perspectiva aprofundada sobre o papel da mídia e do discurso público na manutenção das estruturas raciais, sendo uma fonte valiosa para quem deseja compreender a interseção entre movimentos conservadores e lutas por direitos civis. O uso de fontes primárias enriquece a narrativa e torna o conteúdo relevante para pesquisadores, estudantes e interessados em história política e social. Ao explorar a trajetória pessoal e profissional de Kilpatrick, o livro contribui para o entendimento das raízes e dos desdobramentos do conservadorismo racial no contexto americano, sendo um recurso importante para debates contemporâneos sobre raça, mídia e política.
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