For black women in antebellum Charleston, freedom was not a static legal category but a fragile and contingent experience. In this deeply researched social history, Amrita Chakrabarti Myers analyzes the ways in which black women in Charleston acquired, defined, and defended their own vision of freedom.
Drawing on legislative and judicial materials, probate data, tax lists, church records, family papers, and more, Myers creates detailed portraits of individual women while exploring how black female Charlestonians sought to create a fuller freedom by improving their financial, social, and legal standing. Examining both those who were officially manumitted and those who lived as free persons but lacked official documentation, Myers reveals that free black women filed lawsuits and petitions, acquired property (including slaves), entered into contracts, paid taxes, earned wages, attended schools, and formed familial alliances with wealthy and powerful men, black and white - all in an effort to solidify and expand their freedom. Never fully free, black women had to depend on their skills of negotiation in a society dedicated to upholding both slavery and patriarchy. Forging Freedom examines the many ways in which Charleston's black women crafted a freedom of their own design instead of accepting the limited existence imagined for them by white Southerners.
| Sobre o Livro |
Forging Freedom oferece uma análise detalhada sobre as experiências das mulheres negras em Charleston durante o período anterior à Guerra Civil, mostrando como a liberdade era conquistada e defendida diariamente. O livro utiliza uma pesquisa profunda em documentos legislativos, judiciais, registros de impostos, arquivos familiares e outros materiais para construir retratos vívidos dessas mulheres. A obra destaca as estratégias utilizadas por mulheres negras para melhorar sua posição financeira, social e legal, incluindo aquisição de propriedades, participação em processos judiciais, formação de alianças familiares e envolvimento na educação. Isso proporciona ao leitor uma compreensão rica e multifacetada de como essas mulheres moldaram suas próprias definições de liberdade. Ao examinar tanto mulheres oficialmente manumitidas quanto aquelas que viviam como livres sem documentação formal, o livro revela a complexidade da liberdade para mulheres negras em uma sociedade marcada pela escravidão e pelo patriarcado, tornando-se uma referência essencial para estudos de gênero, raça e história social.
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