Murderous Consent details our implication in violence that we do not directly inflict but in which we are structurally complicit. Marc Crépon invites the reader to resist that implication by arguing for an ethicosmopolitics grounded in our receptivity to the pleas for assistance that the vulnerability and mortality of the other enjoin everywhere.
| Sobre o Livro |
A implicação estrutural em atos de violência que não praticamos diretamente é o foco central, examinando formas de cumplicidade social e política no contexto contemporâneo. O autor analisa a noção de receptividade às súplicas de ajuda, tomando como referência a vulnerabilidade e a mortalidade do outro em situações de conflito e exclusão social. Marc Crépon propõe uma eticosmopolítica orientada por práticas de resposta e assistência, indicando caminhos para resistir a formas coletivas de responsabilidade pela violência.
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