This is a new Wittgensteinian account of the American Constitution that provides a fresh perspective on how judges can follow a legal document written in flexible language. The book shows why originalism is incompatible with the American legal system and challenges the views of Ronald Dworkin and numerous law professors.
| Sobre o Livro |
Uma leitura que aplica a filosofia de Wittgenstein à Constituição americana, enfocando como um texto deliberadamente flexível orienta decisões judiciais em contextos indeterminados. Wilson explica, com argumentos conceituais, por que o originalismo não se coaduna com o sistema jurídico dos Estados Unidos e confronta teses de Ronald Dworkin e de diversos professores de direito; também oferece critérios práticos para que juízes lidem com termos vagos e normas abertas. Relevante para quem acompanha debates sobre interpretação constitucional, o livro contribui para repensar limites e possibilidades da argumentação jurídica e para entender melhor como princípios e práticas se cruzam no papel do judiciário.
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