As African American women left the plantation economy behind, many entered domestic service in southern cities and towns. Cooking was one of the primary jobs they performed, feeding generations of white families and, in the process, profoundly shaping southern foodways and culture. Rebecca Sharpless argues that, in the face of discrimination, long workdays, and low wages, African American cooks worked to assert measures of control over their own lives. As employment opportunities expanded in the twentieth century, most African American women chose to leave cooking for more lucrative and less oppressive manufacturing, clerical, or professional positions. Through letters, autobiography, and oral history, Sharpless evokes African American women's voices from slavery to the open economy, examining their lives at work and at home.
| Sobre o Livro |
Este livro oferece uma análise detalhada sobre o papel das mulheres afro-americanas como cozinheiras nas cidades do sul dos Estados Unidos após o fim da economia das plantações, destacando sua influência fundamental na formação da culinária e cultura sulista. Por meio de cartas, autobiografias e histórias orais, o livro traz à tona as vozes dessas mulheres, proporcionando uma perspectiva única sobre suas experiências de trabalho e vida doméstica, desde o período da escravidão até a abertura de novas oportunidades econômicas no século XX. A obra é indicada para quem busca compreender os impactos sociais, culturais e econômicos da atuação dessas mulheres, bem como para leitores interessados em estudos de gênero, história afro-americana e tradições culinárias.
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