World War II coincided with cinema's golden age. Movies now considered classics were created at a time when all sides in the war were coming to realize the great power of popular films to motivate the masses. Through multinational research, One World, Big Screen reveals how the Grand Alliance--Britain, China, the Soviet Union, and the United States--tapped Hollywood's impressive power to shrink the distance and bridge the differences that separated them. The Allies, M. Todd Bennett shows, strategically manipulated cinema in an effort to promote the idea that the United Nations was a family of nations joined by blood and affection.
Bennett revisits Casablanca, Mrs. Miniver, Flying Tigers, and other familiar movies that, he argues, helped win the war and the peace by improving Allied solidarity and transforming the American worldview. Closely analyzing film, diplomatic correspondence, propagandists' logs, and movie studio records found in the United States, the United Kingdom, and the former Soviet Union, Bennett rethinks traditional scholarship on World War II diplomacy by examining the ways that Hollywood and the Allies worked together to prepare for and enact the war effort.
| Sobre o Livro |
O livro 'One World, Big Screen' explora como o cinema foi utilizado estrategicamente durante a Segunda Guerra Mundial pelas potências aliadas para promover a solidariedade internacional e influenciar a opinião pública. A análise detalhada de filmes clássicos, como 'Casablanca', 'Mrs. Miniver' e 'Flying Tigers', demonstra o papel fundamental que a indústria cinematográfica desempenhou na construção de uma narrativa de união entre nações. A obra oferece uma pesquisa multinacional baseada em fontes primárias, incluindo correspondências diplomáticas, registros de propagandistas e documentos de estúdios de cinema dos Estados Unidos, Reino Unido e antiga União Soviética. Isso proporciona ao leitor uma visão aprofundada e fundamentada sobre o impacto do cinema na diplomacia e nos esforços de guerra. Ideal para estudiosos de história, cinema e relações internacionais, o livro amplia a compreensão sobre o uso da cultura popular como ferramenta política, tornando-se um recurso valioso para quem busca compreender os bastidores da cooperação entre Hollywood e os Aliados durante um dos períodos mais críticos do século XX.
|