In Prosthetic Memories, Hyaesin Yoon examines the entanglements of humans, animals, and technologies across South Korea and the United States at the turn of the twenty-first century. Interrogating a variety of body-technology interfaces, Yoon outlines an emergent mode of prosthetic memory in which human memory is extended into both machines and animals. Prosthetic memory overflows and provides an alternative to familiar human perception, Western scientific reason, and other senses of knowledge in ways that can foster networks of solidarity, care, and empathy between human and nonhuman subjects. Among other sites and subjects, Yoon examines tongue surgery to correct English pronunciation in Korea, Asian American poetry that engages the human-machine divide, transnational dog cloning, and stem cell research, each of which activates potent postcolonial feminist mnemonics and alliances. In so doing, Yoon narrates the countermemories of racialized, gendered, diasporic, queer, and marginalized human and nonhuman others that work against the violent and isolating biopolitical and neoliberal forces in contemporary society.
| Sobre o Livro |
Ao explorar interfaces entre humanos, animais e tecnologias na Coreia do Sul e nos Estados Unidos, Hyaesin Yoon descreve como memórias humanas se estendem para máquinas e animais. A obra mostra como essa extensão, chamada memória protésica, contesta percepções humanas usuais e abre possibilidades de solidariedade e cuidado interespécies. Cenas concretas como cirurgia de língua para correção de pronúncia em inglês, poesia asiático-americana que interroga a divisão homem-máquina e pesquisas com células-tronco servem de ponto de partida para uma análise das alianças pós-coloniais e feministas. A narrativa aborda também casos de clonagem canina transnacional como exemplo de memórias e afetos compartilhados entre humanos e não humanos. Ao narrar contramemórias de sujeitos racializados, de gênero, diáspora, queer e de animais marginalizados, a autora apresenta alternativas às dinâmicas biopolíticas e neoliberais contemporâneas. O foco recai em práticas e afetos que promovem empatia e redes de cuidado além das distinções tradicionais entre humano e não humano.
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