In Becoming Palestine, Gil Z. Hochberg examines how contemporary Palestinian artists, filmmakers, dancers, and activists use the archive in order to radically imagine Palestine's future. She shows how artists such as Jumana Manna, Kamal Aljafari, Larissa Sansour, Farah Saleh, Basel Abbas, and Ruanne Abou-Rahme reimagine the archive, approaching it not through the desire to unearth hidden knowledge, but to sever the identification of the archive with the past. In their use of archaeology, musical traditions, and archival film and cinematic footage, these artists imagine a Palestinian future unbounded from colonial space and time. By urging readers to think about archives as a break from history rather than as history's repository, Hochberg presents a fundamental reconceptualization of the archive's liberatory potential.
| Sobre o Livro |
Ao centrar-se no arquivo, Gil Z. Hochberg propõe tratá-lo como um ponto de ruptura em vez de um depósito do passado, explorando seu potencial para imaginar futuros palestinos. A obra aborda práticas contemporâneas que deslocam a identificação do arquivo com linearidade temporal. Artistas como Jumana Manna, Kamal Aljafari, Larissa Sansour, Farah Saleh, Basel Abbas e Ruanne Abou-Rahme são examinados por suas estratégias artísticas e políticas. O livro considera trabalhos em vídeo, performance e intervenções curatoriais que reconfiguram memórias e imagens coletivas. Recursos como arqueologia, tradições musicais e filmagens de arquivo são mobilizados para articular uma Palestina futura desvinculada de espaços e tempos coloniais. A abordagem combina descrição de obras concretas com reflexão sobre as possibilidades liberadoras do arquivo.
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