In The Sonic Episteme Robin James examines how twenty-first-century conceptions of sound as acoustic resonance shape notions of the social world, personhood, and materiality in ways that support white supremacist capitalist patriarchy. Drawing on fields ranging from philosophy and sound studies to black feminist studies and musicology, James shows how what she calls the sonic episteme-a set of sound-based rules that qualitatively structure social practices in much the same way that neoliberalism uses statistics-employs a politics of exception to maintain hegemonic neoliberal and biopolitical projects. Where James sees the normcore averageness of Taylor Swift and Spandau Ballet as contributing to the sonic episteme's marginalization of nonnormative conceptions of gender, race, and personhood, the black feminist political ontologies she identifies in Beyoncé's and Rihanna's music challenge such marginalization. In using sound to theorize political ontology, subjectivity, and power, James argues for the further articulation of sonic practices that avoid contributing to the systemic relations of domination that biopolitical neoliberalism creates and polices.
| Sobre o Livro |
Ao focalizar o som como ressonância acústica, a autora propõe uma análise das formas pelas quais práticas sonoras modelam concepções de pessoa, materialidade e organização social na contemporaneidade. O texto recorre a referências em filosofia, estudos sonoros e musicologia para mapear esse conjunto de regras sonoras. James identifica como essa epistemologia sonora sustenta projetos neoliberais e biopolíticos que reproduzem hierarquias raciais e de gênero, tomando exemplos da cultura pop como Taylor Swift, Spandau Ballet e suas normas sonoras. A investigação contrapõe essas ocorrências a ontologias políticas feministas negras presentes na música de Beyoncé e Rihanna. A proposta do livro é articular práticas sonoras que evitem reforçar relações sistêmicas de dominação associadas ao capitalismo e ao patriarcado. O foco em política ontológica sonora oferece pistas práticas e teóricas para repensar subjetividade e poder a partir do som.
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