In the early 1890s, black performer Bob Cole turned blackface minstrelsy on its head with his nationally recognized whiteface creation, a character he called Willie Wayside. Just over a century later, hiphop star Busta Rhymes performed a whiteface supercop in his hit music video "Dangerous." In this sweeping work, Marvin McAllister explores the enduring tradition of "whiting up," in which African American actors, comics, musicians, and even everyday people have studied and assumed white racial identities.
Not to be confused with racial "passing" or derogatory notions of "acting white," whiting up is a deliberate performance strategy designed to challenge America's racial and political hierarchies by transferring supposed markers of whiteness to black bodies--creating unexpected intercultural alliances even as it sharply critiques racial stereotypes. Along with conventional theater, McAllister considers a variety of other live performance modes, including weekly promenading rituals, antebellum cakewalks, solo performance, and standup comedy. For over three centuries, whiting up as allowed African American artists to appropriate white cultural production, fashion new black identities through these "white" forms, and advance our collective ability to locate ourselves in others.
| Sobre o Livro |
O livro 'Whiting Up', de Marvin McAllister, oferece uma análise profunda da tradição de 'whiting up', na qual artistas afro-americanos assumem identidades raciais brancas como estratégia performática. A obra explora como essa prática foi utilizada para desafiar hierarquias raciais e políticas nos Estados Unidos, trazendo à tona discussões relevantes sobre identidade, cultura e resistência. Através de exemplos históricos e contemporâneos, o autor examina diferentes formas de performance, desde o teatro convencional até rituais semanais, cakewalks, performances solo e stand-up comedy. Isso proporciona ao leitor uma compreensão abrangente das múltiplas maneiras pelas quais a apropriação de marcadores de branquitude foi empregada para criar novas identidades negras e promover alianças interculturais. O livro é um recurso valioso para quem deseja entender os mecanismos de resistência cultural e as estratégias artísticas usadas por afro-americanos ao longo de três séculos, além de ampliar a percepção sobre o impacto dessas práticas na sociedade contemporânea.
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